Uma bailarina prodígio

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Que nós temos vários talentos em Assis, isso é fato não é mesmo? Conversei com um desses talentos prodígios e realizamos um mini ensaio de tirar o fôlego com a Maria Luiza Giuli Soares Volpe, a Malu, uma bailarina, filha de uma professora de Ballet que desde pequena descobriu a paixão pela dança, a arte e o movimento.

 

Com quantos anos começou a dançar?

Malu: Comecei a dançar aos 2 anos de idade.

Uau! E você ainda pratica?

Malu: Balé só as vezes, mas jazz eu faço toda semana.

Quem foi sua maior influência?

Malu: minha mãe e um programa de dança que chama Dance Moms, muito famoso nos Estados Unidos.

Pra você, qual é a parte mais difícil da dança?

Malu: os saltos porquê exige muito impulso e eu não tenho tanto assim.

Você já fez muitas apresentações? Quantas? Qual foi a mais especial?  

Malu: sim, em torno de 20. A que eu fiz um papel importante, foi uma apresentação sobre os signos na qual eu fui uma das principais bailarinas.

Conta pra gente, um pouquinho da sua história com a dança…

Desde pequena eu sempre vivi em meio a dança. A minha mãe sempre dançou, e por isso eu sempre me dediquei muito, passei por momentos que me deixaram bem feliz e outros que nem tanto. Acredito que a dança é uma forma de você mostrar o que você tá sentindo e meio que desabafar, é uma coisa que eu gosto muito de fazer.

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