Câncer é o que mais mata os chateaubriandenses e mortes aumentam a cada ano

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Em 2018 até outubro eram 36 e neste ano número chegou a 49

Duzentos e vinte e seis pessoas foram sepultadas até o dia 23 de outubro deste ano no cemitério municipal de Assis Chateaubriand- Jardim da Paz. O número é praticamente idêntico ao do ano passado, quando neste mesmo período era de duzentos e vinte e oito.
Dos sepultamentos 140 foram de homens e 86 mulheres, e se comparado ao ano anterior aumentou o número de homens e diminuiu nas mortes de mulheres. Em 2018 eram até agora 135 sepultamento de homens e 93 de mulheres.

O mês de julho foi quando houve mais sepultamento 26. Nos meses de fevereiro, maio, junho e agosto foram 25 cada. 23 em Abril, 22 em janeiro, 19 em setembro e 18 no mês de março e até o dia 23/10/2019 haviam sido sepultados outros 18 corpos.

Neste ano assim como em anos anteriores o que mais tem matado os chateaubriandenses é o câncer. Até agora foram 49 mortes provocados pela doença. Logo a seguir 31 casos de morte por parada cardiorrespiratória/insuficiência. Outras 24 pessoas morreram por infarto/parada cardíaca. 23 foram sepultadas e a causa morte foi de causa desconhecida. 22 por conta de pneumonia. 19 foram acometidos por um AVC- Acidente Vascular Cerebral. 16 por Sepse (Infecção generalizada). 11 por falência múltipla de órgãos. 7 prematuridade/complicações, 6 foram vitimas de acidentes, 4 por broncopneumonia , 3 por cirrose e 2 por suicídio.

Outros nove sepultamentos ocorreram e causa morte foi por complicações do diabetes, trombose, meningite, assassinato, etilismo crônico, afogamento, tubercolose, HIV e dengue. Sendo o caso de dengue o corpo sendo sepultado em Assis Chateaubriand, mas a pessoa faleceu em outra localidade.

Por faixa etária 64 tinham entre 70 e 80 anos, 53 entre 80 e 90 anos, 32 entre 50 e 60, outros 32 tinham 60 e 70 anos, 15 entre 90 e 100 anos, 11 entre 40 e 50 anos, 7 recém nascidos, 5 tinham entre 20 e 30 anos, 4 entre 30 e 40 anos, 2 de 0 a 10 anos e 1 entre 10 e 20 anos de idade.

 

Por Érico Malvezi – Rádio Vale Verde FM

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